A prótese total do joelho é utilizada principalmente para tratar pacientes com desgaste articular avançado, quando a dor e a perda funcional já comprometem significativamente a qualidade de vida.
Depois da cirurgia, uma dúvida comum é se existe risco de “rejeição”.
Na maioria das vezes, não é esse o problema.
Reações de hipersensibilidade aos materiais da prótese são possíveis, mas pouco frequentes.
Uma das complicações que merece maior atenção é a infecção periprotética.
Ela pode surgir nas primeiras semanas ou aparecer posteriormente.
Sete sinais que justificam avaliação médica são:
- dor que reaparece depois de um período de melhora;
- aumento progressivo do inchaço;
- vermelhidão;
- calor intenso no joelho;
- saída de secreção pela cicatriz;
- febre;
- aumento da rigidez ou dificuldade para movimentar o joelho.
Esses sintomas precisam ser interpretados em conjunto com a história clínica, o exame físico e, quando necessário, exames complementares.
Quando existe infecção, determinados microrganismos podem formar biofilme sobre o implante, dificultando o tratamento.
Dependendo de cada caso, podem ser necessários antibióticos, limpeza cirúrgica ou até troca da prótese.
Identificar uma alteração precocemente permite iniciar a investigação e definir a melhor conduta para cada paciente.
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