Nem sempre é fácil admitir que alguém da própria família pode causar sofrimento emocional.
Essa percepção costuma vir acompanhada de culpa, medo e muita confusão.
Mas reconhecer uma relação que faz mal não significa rejeitar a família. Significa compreender que saúde mental também exige limites.
Segundo o Dr. Danilo de Melo, psiquiatra em Goiânia, ninguém deve normalizar situações que geram sofrimento contínuo apenas porque envolvem parentes.
O autocuidado começa quando entendemos que preservar a própria saúde emocional também é uma prioridade.
Qual a importância dos limites dentro da família?


