Pé diabético em idosos requer atenção redobrada e metas individualizadas

O envelhecimento associado ao diabetes aumenta significativamente o risco de complicações nos pés. O chamado pé diabético é caracterizado pelo aparecimento de feridas que cicatrizam lentamente, consequência de neuropatia, má circulação e alterações metabólicas persistentes.

A sensibilidade reduzida dificulta a percepção de lesões simples, como pequenas bolhas ou cortes. Sem tratamento precoce, essas lesões podem evoluir para infecções profundas.

Para reduzir riscos, especialistas recomendam:

• Lavar e secar cuidadosamente os pés todos os dias
• Evitar andar descalço
• Cortar as unhas de forma reta
• Utilizar calçados fechados, macios e adequados ao formato do pé
• Monitorar a glicemia conforme orientação médica
• Realizar acompanhamento regular com equipe de saúde

No paciente idoso, as metas de controle glicêmico devem ser ajustadas conforme a condição clínica global. O equilíbrio entre controle adequado e segurança é fundamental para evitar complicações graves.

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Dra. Eliza de Oliveira Borges

Dra. Eliza de Oliveira Borges, CRM-GO: 14388 / RQE: 9751. Geriatra e fundadora do Projeto Cuidar – Geriatria Goiânia (https://geriatriagoiania.com.br). Atendimento na Clínica Viva / WhatsApp: (62) 98622-0066 Graduação em Medicina pela Universidade Federal de Goiás; Médica Geriatra titulada pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia ( SBGG); Especialista em Clínica Médica pelo Hospital de Urgências de Goiás ( HUGO); Área de atuação em Cuidados Paliativos , titulada pela Associação Médica Brasileira (AMB); Presidente da SBGG – seccional Goiás no período de julho de 2020 a julho de 2024; Integrante e preceptora do Núcleo de Apoio ao Paciente em Cuidados Paliativos do Hospital Alberto Rassi – HGG no período de 2015 a 2025; Supervisora do Programa de Residência em Medicina Paliativa do Hospital Alberto Rassi – HGG no período de 2023 a 2025.

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