O trabalho de parto é um processo fisiológico em etapas, com sinais clínicos e condutas recomendadas em cada fase. Dominar essas informações é essencial tanto para gestantes quanto para profissionais da saúde.
Na fase de pródromos, observam-se contrações inconsistentes, dor pélvica e possível saída do tampão. Ainda não é hora de ir para o hospital, mas sim de preparar o ambiente e monitorar a evolução.
Durante a fase latente (até 4 cm de dilatação), as contrações se tornam rítmicas, ainda que de baixa intensidade. A recomendação é repouso, hidratação e alimentação leve.
Com a dilatação entre 4 e 7 cm, inicia-se a fase ativa. A gestante pode apresentar dor mais intensa, e é recomendável iniciar os cuidados hospitalares se ainda estiver em casa.
Na fase de transição (7 a 10 cm), ocorre pico de intensidade e frequência das contrações. Pode haver náuseas, tremores e aumento da ansiedade. A atuação da equipe obstétrica é fundamental.
A fase de expulsão, com dilatação completa, requer orientação sobre as posições e técnicas de pujança. O foco é garantir um parto seguro e fisiológico.
A dequitação envolve a saída da placenta e deve ser acompanhada atentamente para evitar complicações. O contato pele a pele deve ser promovido assim que possível.
Conhecer cada fase e suas implicações clínicas contribui para um parto mais seguro, com redução de intervenções desnecessárias.
Instituto Ana
Dr. João Batista
CRM-GO: 6.095
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