Mesmo quando o nome da cirurgia é o mesmo, o planejamento pode ser bastante diferente entre dois pacientes.
Uma abdominoplastia, por exemplo, precisa considerar a quantidade de pele, a distribuição de gordura, a musculatura abdominal e as proporções do corpo.
Em cirurgias mamárias, volume de tecido, elasticidade da pele, posição das mamas e características do tórax também interferem na estratégia utilizada.
Na face, estrutura óssea, espessura da pele e envelhecimento dos tecidos precisam ser considerados.
Por isso, não existe uma técnica única capaz de produzir o mesmo resultado para todas as pessoas.
A recuperação também precisa ser analisada individualmente.
O organismo pode apresentar diferentes intensidades de edema, formação de cicatriz e velocidade de recuperação.
É por isso que o acompanhamento pós-operatório faz parte do tratamento.
Mesmo depois do resultado estabilizado, mudanças naturais continuam acontecendo.
Envelhecimento, oscilações de peso e gravidez podem modificar tecidos que foram operados anteriormente.
O objetivo de um planejamento individualizado é buscar equilíbrio e proporcionalidade de acordo com a anatomia real de cada paciente.



