Anestesia na cirurgia plástica: como é definida e por que é decisiva para a segurança

O planejamento de uma cirurgia plástica não envolve apenas a técnica operatória. A escolha da anestesia é parte central da estratégia de segurança e conforto do paciente.

A definição do tipo anestésico não é padronizada. Ela considera fatores como complexidade do procedimento, tempo cirúrgico estimado, áreas do corpo envolvidas, estado geral de saúde e eventual associação de cirurgias.

Essa decisão é feita de forma conjunta entre cirurgião plástico e anestesista, sempre com prioridade para segurança.

A anestesia geral promove perda completa da consciência e é indicada em cirurgias de maior porte ou em procedimentos combinados, como Rinoplastia e lifting facial.

A anestesia peridural bloqueia a sensibilidade de regiões específicas e costuma ser associada à sedação. É amplamente utilizada em cirurgias corporais como Abdominoplastia e Mamoplastia.

Já a anestesia local é aplicada diretamente na área operada, sendo indicada para procedimentos menores, como Blefaroplastia e otoplastia.

A anestesia raquidiana, por sua vez, bloqueia temporariamente a sensibilidade do abdome inferior e membros inferiores, sendo utilizada em cirurgias de média duração.

A escolha final sempre respeita o quadro clínico individual. Entender esse processo ajuda a reduzir ansiedade e fortalece a confiança no procedimento.

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Dra. Lorena Rosique

Dra. Lorena Rosique é Médica, Cirurgiã Geral e Cirurgiã Plástica em Goiânia. Formou-se em Medicina pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) em 2010, Especialista em Cirurgia Plástica pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Durante sua formação, participou de diversos cursos de extensão universitária no Brasil, Estados Unidos e Israel, que proporcionaram maior vivência e experiência em Cirurgia Plástica Estética e Reconstrutiva.

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