O planejamento de uma cirurgia plástica não envolve apenas a técnica operatória. A escolha da anestesia é parte central da estratégia de segurança e conforto do paciente.
A definição do tipo anestésico não é padronizada. Ela considera fatores como complexidade do procedimento, tempo cirúrgico estimado, áreas do corpo envolvidas, estado geral de saúde e eventual associação de cirurgias.
Essa decisão é feita de forma conjunta entre cirurgião plástico e anestesista, sempre com prioridade para segurança.
A anestesia geral promove perda completa da consciência e é indicada em cirurgias de maior porte ou em procedimentos combinados, como Rinoplastia e lifting facial.
A anestesia peridural bloqueia a sensibilidade de regiões específicas e costuma ser associada à sedação. É amplamente utilizada em cirurgias corporais como Abdominoplastia e Mamoplastia.
Já a anestesia local é aplicada diretamente na área operada, sendo indicada para procedimentos menores, como Blefaroplastia e otoplastia.
A anestesia raquidiana, por sua vez, bloqueia temporariamente a sensibilidade do abdome inferior e membros inferiores, sendo utilizada em cirurgias de média duração.
A escolha final sempre respeita o quadro clínico individual. Entender esse processo ajuda a reduzir ansiedade e fortalece a confiança no procedimento.
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