Alguns dias revelam um contraste evidente: o rosto sorri, mas por dentro há um vazio discreto. Muitos se mostram seguros em público, enquanto evitam o próprio reflexo em silêncio. A autoestima não se ausenta de forma ruidosa, mas deixa marcas nas escolhas diárias, na forma de se vestir, na maneira de posar para fotos e nos pensamentos guardados.
Quando feita com critério e empatia, a cirurgia plástica não tenta criar alguém novo. Ela restitui identidade, devolve confiança e faz o corpo acompanhar a força interna que nunca desapareceu.



