A mastopexia em âncora é uma técnica utilizada para levantar e remodelar as mamas, principalmente quando existe queda acentuada e grande quantidade de pele excedente.
Apesar das possibilidades de correção, uma das principais dúvidas das pacientes envolve a aparência das cicatrizes após a cirurgia.
Na técnica em T invertido, as incisões ficam localizadas ao redor da aréola, verticalmente até o sulco inframamário e horizontalmente na dobra inferior da mama.
Essas cicatrizes são permanentes, mas podem se tornar menos evidentes ao longo do tempo.
Nos primeiros meses, é comum que apresentem tonalidade rosada ou avermelhada. Posteriormente, ocorre um processo gradual de maturação, que pode levar de 12 a 18 meses ou mais.
A aparência final depende de fatores individuais, como características da pele, predisposição à formação de cicatrizes elevadas, cuidados pós-operatórios e ocorrência de complicações.
Algumas pacientes podem desenvolver cicatrizes alargadas, hipertróficas ou queloidianas, dependendo de sua predisposição e de outros fatores.
Por isso, a extensão das incisões deve fazer parte da conversa entre paciente e cirurgião antes do procedimento.
A escolha pela mastopexia em T invertido deve considerar a necessidade de remover o excesso de pele e a possibilidade de alcançar uma remodelação adequada, sempre levando em conta as cicatrizes resultantes.



