Trocar o refrigerante tradicional pela versão zero pode reduzir o consumo de açúcar, mas não elimina a necessidade de cuidados durante a gestação.
Isso acontece porque alguns refrigerantes contêm cafeína, aromatizantes, acidulantes e adoçantes. Embora esses ingredientes não representem necessariamente um risco nas quantidades permitidas, o consumo habitual precisa ser avaliado dentro da alimentação da gestante.
A cafeína merece atenção especial. Em quantidades elevadas, pode aumentar a frequência cardíaca, prejudicar o sono e provocar desconfortos. Estudos também investigam sua relação com alterações no crescimento fetal e outras complicações da gravidez.
Por esse motivo, a orientação é limitar a cafeína total a 200 mg diários.
Quanto aos adoçantes, as substâncias autorizadas para uso alimentar são consideradas seguras dentro dos limites de consumo estabelecidos, respeitando situações individuais que exigem restrições específicas.
Mas existe uma diferença importante entre poder consumir e fazer disso um hábito diário.
O refrigerante zero praticamente não oferece vitaminas, minerais ou outros nutrientes necessários à gestação.
A água continua sendo a melhor opção para hidratação, enquanto o consumo de refrigerantes deve ser ocasional e moderado.
Você já conversou com seu obstetra sobre o consumo de refrigerantes durante a gravidez?



