Muitos homens convivem durante anos com dificuldade para expor a glande e evitam procurar atendimento por vergonha ou por acreditar que o problema não precisa de tratamento.
A fimose adulta, entretanto, pode dificultar a higiene, provocar fissuras, desconforto nas relações e favorecer processos inflamatórios.
Veja alguns mitos frequentes sobre o problema.
“Postectomia é uma cirurgia apenas estética.”
MITO.
A retirada do excesso de prepúcio pode ter indicação médica. Dor, dificuldade para higienizar a região, fissuras e inflamações recorrentes estão entre as situações que podem levar o urologista a considerar o procedimento.
A avaliação individual é fundamental para definir a melhor abordagem.
“Fimose sem dor não precisa de avaliação.”
MITO.
A dor não é o único sinal importante. Dificuldade para movimentar o prepúcio, exposição incompleta da glande e problemas de higiene também merecem atenção.
Inflamações repetidas e alterações persistentes na região genital devem ser avaliadas mesmo quando não existe dor.
“A recuperação da cirurgia é longa.”
MITO.
A postectomia normalmente permite alta hospitalar no mesmo dia. Nos primeiros dias podem surgir inchaço e sensibilidade, que tendem a melhorar progressivamente.
O retorno às atividades é feito de maneira gradual, seguindo as orientações médicas. Atividade sexual deve ser retomada somente após cicatrização adequada.


